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13.03.2026

ALERJ propõe repasse para Cidades

Projeto busca apoiar municípios atingidos por alagamentos e deslizamentos A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) apresentou uma proposta que prevê o repasse de R$ 16 milhões para municípios prejudicados pelas fortes chuvas que atingiram o estado nas últimas semanas. O valor deverá ser retirado do Fundo Especial da própria Casa. O anúncio foi feito pelo presidente em exercício da Alerj, deputado Guilherme Delaroli (PL), durante a sessão plenária realizada na última terça-feira (3). A iniciativa também foi publicada no Diário Oficial desta quinta-feira (5). Municípios que devem receber os recursos De acordo com o projeto, oito cidades do estado serão beneficiadas com o repasse. Cada município poderá receber R$ 2 milhões para ajudar na recuperação dos danos causados pelas chuvas. As cidades contempladas são: Barra Mansa Cantagalo Itaperuna Laje do Muriaé Paty do Alferes Porciúncula São Sebastião do Alto Silva Jardim Recursos para ações emergenciais Os valores deverão ser utilizados principalmente em ações emergenciais voltadas à população. Entre as áreas que poderão receber investimentos estão assistência social, saúde e obras de infraestrutura urbana e rural. O objetivo é ajudar os municípios a lidar com os prejuízos provocados por alagamentos, deslizamentos de terra e outros impactos causados pelo grande volume de chuvas. Autoria do projeto A proposta foi apresentada pelo deputado Guilherme Delaroli em conjunto com os parlamentares Bruno Boaretto (PL) e André Corrêa (PP). O texto também permite que outros deputados da Assembleia Legislativa participem como coautores da iniciativa. Próximos passos Na justificativa do projeto, os deputados ressaltam a urgência da medida para auxiliar a população afetada e contribuir com a recuperação das cidades. Após a publicação no Diário Oficial, o projeto deverá ser analisado e votado pelos parlamentares da Alerj nos próximos dias.

Meio Ambiente e Saúde: O Custo do Carvão no Brasil

O debate sobre a matriz energética brasileira voltou ao centro das discussões após a divulgação de um relatório repercutido pela Agência Brasil, que aponta um cenário preocupante: a continuidade da exploração e do uso do carvão mineral no país pode resultar em até 1,3 mil mortes prematuras até o ano de 2040. Esse dado não apenas evidencia os impactos ambientais dessa fonte de energia, como também escancara seus efeitos diretos sobre a saúde pública, especialmente no que diz respeito às doenças respiratórias e cardiovasculares. O carvão mineral, apesar de representar uma parcela relativamente pequena da matriz energética brasileira — quando comparado a fontes como hidrelétrica e renováveis — ainda desempenha um papel relevante em determinadas regiões, sobretudo no sul do país. Um exemplo emblemático é o complexo carbonífero de Candiota, no Rio Grande do Sul, frequentemente citado em estudos científicos por seus impactos ambientais e sanitários. A queima do carvão libera uma série de poluentes atmosféricos, incluindo material particulado fino (PM2.5), dióxido de enxofre (SO₂), óxidos de nitrogênio (NOx) e metais pesados, todos associados a graves riscos à saúde humana. Esses poluentes são particularmente perigosos porque conseguem penetrar profundamente nos pulmões e até alcançar a corrente sanguínea. Como consequência, aumentam significativamente os casos de doenças como asma, bronquite crônica, enfisema pulmonar e até infartos e acidentes vasculares cerebrais. Crianças, idosos e pessoas com condições pré-existentes são os grupos mais vulneráveis, o que agrava ainda mais o impacto social desse problema. Além dos danos à saúde, o uso do carvão também provoca severa degradação ambiental. A mineração, por exemplo, altera drasticamente a paisagem natural, contamina o solo e os recursos hídricos com substâncias tóxicas e compromete a biodiversidade local. Já a queima do carvão contribui significativamente para a emissão de gases de efeito estufa, intensificando fenômenos relacionados às mudanças climáticas, como o aumento da temperatura global e eventos climáticos extremos. Outro ponto crítico frequentemente negligenciado é o custo econômico associado ao uso do carvão. Embora possa parecer uma fonte de energia relativamente barata à primeira vista, os gastos indiretos com saúde pública são extremamente elevados. Internações hospitalares, tratamentos de doenças crônicas, afastamentos do trabalho e perda de produtividade geram um impacto financeiro considerável para o sistema de saúde e para a economia como um todo. Estudos apontam que esses custos podem superar amplamente os benefícios econômicos da exploração do carvão. Diante desse cenário, cresce a urgência de uma transição energética no Brasil. O país possui um enorme potencial para a geração de energia limpa, especialmente nas áreas de energia solar, eólica e biomassa. Investir nessas alternativas não apenas reduz os impactos ambientais e melhora a qualidade do ar, como também gera empregos e promove o desenvolvimento sustentável. A transição, no entanto, precisa ser planejada de forma estratégica e justa, garantindo suporte às regiões e trabalhadores que dependem economicamente da cadeia do carvão. Políticas públicas, incentivos fiscais e investimentos em inovação são fundamentais para viabilizar essa mudança. Em síntese, o custo do carvão vai muito além da conta de energia. Ele se traduz em vidas perdidas, qualidade de vida comprometida e um impacto ambiental profundo. O alerta está dado: continuar nesse caminho significa pagar um preço alto demais — um preço que o Brasil pode, e deve, evitar ao investir em um futuro mais limpo e sustentável.

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